Iker Casillas recebe troféu


Iker Casillas recebeu o prémio relativo à presença no Melhor 11 da I Liga em 2019, decorrente de uma votação para a qual participaram jogadores das 18 equipas que disputam a competição…

Trata-se de uma eleição da exclusiva responsabilidade dos jogadores que representam os 18 clubes do principal escalão do futebol português e levada a cabo pelo Sindicato de Jogadores. Assim os 314 jogadores que participaram na mais importante prova de futebol em Portugal, nomeando um guarda-redes, quatro defesas, três médios e três avançados, com a particularidade de não poderem eleger colegas de equipa nem votarem em si próprios.

Assim, o guarda-redes mais votado foi Iker Casillas (FC Porto), os defesas Éder Militão (FC Porto), que se transferiu para o Real Madrid, Rúben Dias (Benfica), Alex Telles (FC Porto) e Grimaldo (Benfica), os médios Danilo Pereira (FC Porto), Pizzi (Benfica) e Bruno Fernandes (Sporting) e os avançados Rafa (Benfica), Seferovic (Benfica) e João Félix (Benfica), que rumou ao Atlético de Madrid.

Iker Casillas: “Que não seja o último e que venham mais alguns”

“Muito obrigado aos meus colegas por este troféu, de melhor guarda-redes da época passada. É uma honra poder receber este prémio. Espero que não seja o último e que venham mais alguns. Estou muito feliz e agradecido aos meus companheiros por este êxito”, afirmou Casillas, que na quarta-feira recebeu o prémio relativo à presença no Melhor 11 de 2019 da I Liga.

O troféu foi entregue a Casillas por João Paulo, delegado do Sindicato dos Jogadores, no Olival. Casillas falhou as derradeiras três jornadas devido a problemas de saúde mas, aos 38 anos, continua a mostrar classe e segurança na baliza do Porto – equipa que teve a melhor defesa do campeonato com apenas 20 tentos encaixados. O guarda-redes espanhol sofreu 19 golos em 31 jogos e esteve quatro partidas seguidas sem ser batido entre as jornadas 8 e 11.

+ info: Iker Casillas deixou recentemente uma fotografia nas redes sociais, onde surge em pleno exercício no ginásio. Afastado dos relvados desde maio, quando lhe foi diagnosticado um enfarte agudo do miocárdio, o guardião, de 38 anos, aparenta estar já a trabalhar num possível regresso à competição.

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